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Programação Cine Santa Tereza

Programação da semana Cine Santa Tereza de 09 a 13 de abril

Entrada gratuita com retirada de ingressos na bilheteria, 30 min antes da sessão, ou pela plataforma sympla.
Rua Estrela do Sul, 89 = Santa Tereza

9/4, terça, 19hCine Diversidade
FILHOS DA NOITE
(Henrique Arruda | Brasil | 2022 | Documentário | 16 min)
Oito homens gays entre 50 e 70 anos compartilham suas memórias, vivências e imagens noturnas, questionando-se sobre qual lugar seus corpos ocupam agora. “Filhos da Noite” é um espelho de memórias que reúne pesquisas, imagens, vídeos, relatos e afetos de corpos LGBTQIA+ acima dos 50 anos.

ENTREABERTA
(Bruna Amorim | Brasil | 2021 | Documentário | 15min)
Para entender os desafios de envelhecer no Brasil sendo uma mulher que ama mulheres, Bruna Amorim, uma cineasta bissexual de 20 anos, encontra uma das fundadoras do movimento lésbico no país,
Yone Lindgren, hoje com 63 anos. Em meio à troca, resistência e construção de afeto, Bruna começa a refletir sobre suas próprias amarras a partir das vivências de Yone.
Classificação indicativa da sessão: 14 anos
Sessão comentada

10/4, quarta, 9h30
COLÓQUIO EM RETROSPECTIVA

Colóquio Cinema, Estética e Política foca a montagem cinematográfica. A proposta é destacar a trajetória e alguns dentre os muitos filmes montados por Cristina Amaral, abrindo com ela um diálogo sobre sua poética e seus processos de trabalho,. Refletir, junto a outro conjunto de filmes, sobre questões relevantes às imagens na contemporaneidade. processos e formas de representação, modos de inscrição das ancestralidades, demandas políticas e urgências relativas ao meio ambiente.

A promoção é do Grupo de Pesquisa Poéticas da Experiência, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social, da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.

9h30 Colóquio em retrospectiva
Os professores André Brasil e César Guimarães nos guiam por uma cronologia das edições do Colóquio Cinema, Estética e Política destacando questões aglutinadoras, filmes e reflexões que marcaram suas dez edições.

10/4, quarta, 10h WORD-WORLD
Rivane Neuenschwander/Cao Guimarães | Brasil | 2001 | 8 min)
O vídeo trata da comunicabilidade: o estranhamente organizado universo das formigas se depara com dois objetos estranhos. Falar e comer: tudo passa pela boca.

Domingo (Rivane Neuenschwander/Sérgio Neuenschwander | Brasil | 2010 | 5 min)
O vídeo trata da comunicabilidade: o estranhamente organizado universo das formigas se depara com dois objetos estranhos. Falar e comer: tudo passa pela boca.

Eu Sou uma Arara
(Rivane Neuenschwander/Mariana Lacerda | Brasil | 2023 | 28 min)
Eu sou uma arara é o resultado de um longo período de pesquisa e de uma série de ações em São Paulo que fizeram desfilar pelas ruas da cidade, como uma floresta densa e potente, dezenas de figuras inspiradas na fauna e flora brasileiras numa chamada de atenção para a destruição do meio-ambiente e o genocídio da população indígena.
Classificação indicativa da sessão: livre
Sessão Comentada pela diretora Rivane Neuenschwander e pelo professor Eduardo de Jesus

10/4, quarta, 14h30 Belos Carnavais
(Tiago B. Mendonça | Brasil | 2020 | Ficção | 16 min)
Dadinho, um velho sambista da Camisa Verde e Branco, é levado por sua neta ao enterro de seu irmão, sambista da Vai-Vai. Nesse percurso, uma história de rivalidade, samba e traição emerge do passado. Curtas Jornadas Noite Adentro

CURTAS JORNADAS NOITE ADENTRO
(Tiago B. Mendonça | Brasil | 2021 | 106 min)
Seis sambistas paulistanos sonham em ser descobertos na noite, alternando dias em serviços precários e madrugadas na busca por um caminho no mundo da música. Classificação indicativa da sessão: 16 anos Sessão comentada pela montadora Cristina Amaral e pelo professor Pedro Aspahan

10/4, quarta, 19h APRESENTAÇÃO DA SÉRIE “JARDINS DO SAGRADO”
Sessão apresentada pelos professores Pedro Aspahan e César
Guimarães
O ENCANTAR DAS FOLHAS (WORK IN PROGRESS)

(César Guimarães/Pedro Aspahan | Brasil | 2024 | 78 min)
O filme acompanha rituais e cantos de saudação às plantas, árvores, folhas e entidades a elas associadas, e apresenta asprofundas relações entre espiritualidade e natureza em diferentes
culturas brasileiras, passando pelas vertentes do Candomblé Jeje, Ketu e Angola, pela Umbanda e pela cosmovisão de mestras indígenas do vale do Jequitinhonha (Povo Pankararu) e da Amazônia
(Povo Tikuna).
Classificação indicativa: livre
Sessão comentada, seguida da distribuição do livro “Jardins do
Sagrado”.

11/4, quinta,

9h30 -A TRANSFORMAÇÃO DE CANUTO
(Ariel Kuaray Ortega/Ernesto de Carvalho | Brasil | 2023 | 130 min)
Em uma pequena comunidade Mbyá-Guarani entre o Brasil e a Argentina, todos conhecem o nome Canuto: um homem que muitos anos atrás sofreu a temida transformação em uma onça e depois
morreu tragicamente. Agora, um filme está sendo feito para contar a sua história. Por que isso aconteceu com ele? Mas, mais importante, quem na aldeia deveria interpretar o seu papel?
Classificação indicativa: 12 anos
Sessão comentada pelo diretor Ernesto de Carvalho e pelo professor André Brasil

14h30 – SERRAS DA DESORDEM
(Andrea Tonacci | Brasil | 2006 | 135 min)
O ponto de partida é o massacre realmente acontecido de uma tribo indígena por brancos que cobiçam suas terras. O índio Carapiru escapa da matança, torna-se nômade e perambula pela mata
durante dez anos. Encontrado em 1987 estava a 2 mil quilômetros do lugar em que sua família foi dizimada. Para contar essa história entre a ficção e o documentário, o filme escala os personagens reais
para reconstituir o trajeto de Carapiru depois do massacre de sua família.
Classificação indicativa: 10 anos
Sessão comentada pela montadora Cristina Amaral e pelo professor César Guimarães

19h – YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ (FILME EM PROCESSO)
(Sueli Maxakali/Isael Maxakali/Roberto Romero/Luisa Lanna | Brasil | 2024 | 120min)
“Yõg ãtak: Meu Pai, Kaiowá” é um documentário em processo sobre a busca de Sueli Maxakali pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foi separada durante a ditadura militar no Brasil. O filme acompanha a jornada
da cineasta para reencontrar o pai, bem como as lutas enfrentadas pelos povos indígenas Tikmu’un e Kaiowá em defesa de seus territórios e modos de vida.
Classificação indicativa: 14 anos
Sessão Comentada pelos realizadores Isael e Sueli Maxacali, Roberto Romero, Luíza Lanna e pela professora Luciana Oliveira

12/4, sexta,

9h30 SÉRGIO E SIMONE #2
(Virgínia de Medeiros | Brasil | 2007-2022 | 50 min)
Simone é uma travesti que cuida de um minadouro natural – A fonte da Misericórdia – como um santuário para culto de orixás. Sérgio é um pastor evangélico que se considera um dos enviados por Deus
“para salvar a humanidade”. Simone e Sérgio, ou Sérgio e Simone, são duas identidades da mesma pessoa, documentadas em vídeo pela diretora Virginia de Medeiros.
Classificação indicativa: 12 anos
Sessão comentada pela diretora Virginia de Medeiros e pelo professor Érico Oliveira

14h30MATO SECO EM CHAMAS
(Joana Pimenta/Adirley Queirós | Brasil | 2022 | 150 min)
Na favela de Sol Nascente, na Ceilândia, a principal moeda de troca entre grupos inimigos é o petróleo. Chitara, grande gasolineira da região, tenta fidelizar a clientela junto ao seu poço particular com a ajuda da irmã. Quando o Brasil se torna mais conservador e ameaça votar na extrema-direita, o posicionamento de Chitara se transforma em um ato político.
Classificação indicativa: 14 anos
Sessão comentada pela montadora Cristina Amaral e pela professora Cláudia Mesquita


, 19h – FILME-PROCESSO
Adirley Queirós conversa com os mestrandos Renan Neres e Carolina Oliva sobre a produção de seu filme. Lançamento dos filmes da série Jardins do Sagrado, uma realização do Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com a
Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria de Cultura.

A série é composta por 9 episódios, cada um dedicado a uma mestra ou mestre dos Saberes Tradicionais, passando pelas vertentes do Candomblé Angola, Jeje e Ketu, pela Umbanda e pela cosmovisão de
mestras indígenas do Vale do Jequitinhonha (Povo Pankararu) e da Amazônia (Povo Tikuna). Ao longo dos vídeos, são acompanhados rituais e cantos de saudação às plantas, árvores, folhas e entidades
a elas associadas, num reconhecimento das profundas relações entre espiritualidade e natureza. A série também faz a defesa dos direitos dos seres não humanos e discute o processo de criação de
jardins etnobotânicos nos parques públicos de Belo Horizonte.

13/4, sábado, 19h
O POVO ESTRANGEIRO

(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 55 min)
Em uma visita ao Parque Lagoa do Nado, em Belo Horizonte, Humbono Luiz, descendente do culto iniciado por Gayaku Luiza, se emociona ao encontrar Azanadô (a paineira), Vodum que é a origem
de tudo. A seus pés mora Adangbé, a serpente que engole o próprio rabo, o fim e o princípio. Ele fala de sua iniciação no candomblé do povo estrangeiro, o Jeje, canta e coleta as folhas sagradas.
Classificação indicativa: Livre
Sessão comentada com Humbono Misiò Luiz Fernando

14/4, domingo,

16h30 – O CAÇADOR DE UMA FLECHA SÓ
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 72 min)
O Babalorixá Sidney d’Oxóssi passeia pela Estação Ecológica da UFMG e encontra as plantas dos Orixás: uma árvore de Exu, a Jaqueira onde Oxóssi se alimentou, o Sangue Lavou de Xangô e
o Peregun de Ogum e Oxóssi. A cada encontro, ele faz um canto de saudação. Ele conta a sua história e a do seu terreiro, e explica porque sem folha não há Orixá.
Classificação indicativa: livre
Sessão comentada com Babalorixá Sidney d’Oxóssi
19h – A MATA É UM PEDAÇO DE MIM
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 63 min)
Diante da entrada da Mata da Baleia, Mam’etu Muiandê, matriarca do Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango, dá início a um ritual para pedir licença aos Inquices e nos levar a um terreiro de Umbanda no interior
da floresta. Ela lança o Makaso – que se abre –, oferece cachaça e fumo, faz uma oferenda para Katendê, Inquice das folhas. Os animais vêm a receber. Ela nos conduz para o meio do mato, onde nos contará a sua história e a da sua Casa.
Classificação indicativa: livre
Sessão comentada com Mãe Efigênia, Mam’etu Muiandê e Makota Kidoialê

SESSÃO INFANTIL
13/4, sábado, 16h30
Sessão Infantil com Acessibilidade em Libras, promovida em parceria com o Festival Cinema de Brinquedo.

Véu de Amani
(Renata Diniz | 2018 | Ficção | 15 min)
A pequena Amani é uma imigrante paquistanesa e muçulmana, que vive no Brasil. Amani logo faz amizades. Mas, certo dia, se encontra diante de um dilema depois de ganhar um curioso presente de uma de suas novas amigas.

Olhos de Erê
(Luan Manzo | 2020 | Documentário | 11 min)
Luan Manzo tem seis anos e é bisneto da matriarca Mametu Muiande do Quilombo Manzo N’gunzo Kaiango, de Belo Horizonte. Luan percorre o espaço sagrado, descrevendo-o com segurança, conhecimento, rigor e frescor infantil. É ele quem, com um celular em mãos, propõe este filme.

No tempo do verão
( Wewito Piyãko| 2012 | Documentário | 22 min )
É fim de semana e as crianças Ashaninka deixam a escola e partem, rio acima, para acampar
com os pais e aprender a vida na mata.
Classificação indicativa da sessão: livre
Sessão Comentada por Luan Manzo. Debatedoras: Makota Kidoiale e Avelin Buniacá Kambiwá.

Mostra Quereres: Histórias de Amor no Cinema Brasileiro

Confira a programação da primeira semana:

3/4, quarta, 19h
A Máquina
(João Falcão | Brasil | 2006 | Romance/Drama | 90 min)
Antônio mora em Nordestina, uma cidadezinha que nem existe no mapa. Ele é apaixonado por Karina, que não vê a hora de ir embora para tentar ser atriz de TV. Antônio promete trazer o mundo até sua amada para que ela não precise partir. Classificação indicativa: livre

4/4, quinta,
17h
Houve uma vez dois verões
(Jorge Furtado | Brasil | 2002 | Romance/Comédia | 75 min) Chico é um adolescente ingênuo que sonha em encontrar o amor de sua vida. Roza só pensa em juntar dinheiro para viajar para a Austrália. Os dois se conhecem por acaso, vivem uma noite de amor intensa e ela some. Após um tempo afastados, o destino reaproxima Chico e Roza e ele tem uma surpresa: ela está grávida. Classificação indicativa: 12 anos

19h – LANÇAMENTO
O Mosteiro

(Cláudio Costa Val | Brasil | 2024 | Suspense | 50 min)
O desaparecimento do bem sucedido advogado Roberto Barcelos deixa a todos atônitos. Mesmo em crise conjugal, Márcia, sua esposa, não entende o motivo do sumiço e do suposto abandono da família pelo marido. Sem alternativas, procura ajuda policial. A investigação leva à renomada psicóloga Ângela Visconti. Mas, baseada em seu código de ética, ela se recusa a revelar as confidências de Roberto, seu paciente. Classificação indicativa: livre Sessão comentada

5/4, sexta,
17h
Brasa Adormecida
(Djalma Limongi Batista | Brasil | 1986 | Comédia | 105 min) Um triângulo amoroso formado por dois primos, Ticão e Toni, e uma prima, Bebel, inseparáveis desde a infância rural e rica. O conflito se instala quando a moça finalmente escolhe um dos dois parentes apaixonados como futuro marido. O preterido, naturalmente, não se conforma, e a partir dessa atitude nascem confusões, desentendimentos e revelações.
Classificação indicativa: 10 anos

19hLançamento da Série e do Livro: Jardins do Sagrado
A Ecologia dos Orixás

(César Guimarães/Pedro Aspahan/Saberes Tradicionais UFMG | MG | 2024 | 34 min) Iyá Ewé Angela Gomes, a “Cuidadora das Plantas”, adentra a mata do Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, e, entre a pitangueira de Oxóssi e o riacho de Oxum, ela, que é filha de Lògún Edé, faz cantos e saudações às entidades ali presentes, enquanto fala sobre seu aprendizado da Ecologia dos Orixás.
Classificação indicativa: Livre
Sessão comentada com Iyá Ewé Angela Gomes

6/4, sábado,
16h
Work in progress: O Encantar das folhas
(César Guimarães | Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 78 min)

O filme acompanha rituais e cantos de saudação às plantas, árvores, folhas e entidades a elas associadas, e apresenta as profundas relações entre espiritualidade e natureza em diferentes culturas brasileiras, passando pelas vertentes do Candomblé Jeje, Ketu e Angola, pela Umbanda e pela cosmovisão de mestras indígenas do Vale do Jequitinhonha (Povo Pankararu) e da Amazônia (Povo Tikuna), nos ensinando sobre a defesa que os povos tradicionais fazem da natureza e de seus Encantados, sobre os direitos dos seres não humanos e vegetais. Classificação indicativa: Livre
Sessão comentada com César Guimarães, Pedro Aspahan e mestres convidados

18h30A Cobra Protetora das Pedras Brancas
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 42 min) A “cobra protetora das pedras brancas” é a tradução do nome de Toá Canynã, do povo Pankararu, no Vale do Jequitinhonha. Ao lado da água que corre, ela convoca os Encantados com seu maracá e nos conta a história do seu povo, que surgiu das cavernas subterrâneas do rio São Francisco e veio atravessando o tempo, em defesa da natureza, do território e de todos os seres que o habitam, sejam animais, vegetais, minerais, humanos, não-humanos e entidades espirituais.

Eu Sou um Ser Vegetal
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 48 min)
A Yalorixá Ione Ty Oyáa, semente de sua matriarca, Vanda de Oliveira, nos recebe no Quilombo Mangueiras. Entre a maceração das folhas e os cantos para Oxalá, ela nos ensina a escutar o vento – que traz a voz dos ancestrais – e que nos diz se é hora de avançar na mata para apanhar as folhas sagradas ou se é hora de se recolher.
Classificação indicativa da sessão: livre
Sessão comentada com Toá Canynã Pankararu e Yalorixá Ione Ty Oyáa

7/4, domingo,
16h O Jardim que Surge
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 50 min)
Pai Ricardo, Zelador de Umbanda da Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, prepara uma oferenda sobre uma folha de chapéu de couro, regada a mel, no pé de uma árvore. Ele faz o Paó, saudando as entidades e pedindo licença. Ao apanhar as folhas e cantar para elas – encantando-as e sendo, por elas, encantado – ele nos conta que é preciso, não só construir um jardim de folhas sagradas, mas oferecer as condições para que ele surja.
Classificação indicativa: Livre

O Ancestral que Voltou à sua Aldeia
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 46 min)
A lâmina d’água reflete o corpo de Tat’etu Jalabo, que caminha entre as árvores do Parque das Águas. Ele conta como foi reconhecido em Angola como um ancestral que retornara à sua aldeia natal. Ele narra o mito de origem do universo, passando pelo Big Bang e pela origem de todos os Inquices, e também descreve o encontro entre as águas (Angorô) e as árvores (Katendê).
Classificação indicativa: Livre
Sessão comentada com Pai Ricardo e Tat’etu Jalabo

18h30 Cada Árvore tem seu Espírito
(César Guimarães/Pedro Aspahan | Saberes Tradicionais UFMG | 2024 | 68 min)
Caminhando entre as árvores do Parque Lagoa do Nado, em Belo Horizonte, Darupü’üna, do povo indígena Tikuna, da Amazônia, nos ensina, entre cantos e rituais, que cada planta tem o seu espírito, e que é preciso ter o merecimento para ter acesso à cura oferecida pelas plantas.
Sessão comentada com Darupü’üna

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